apropriação e tradução por Ana Dupas do conteúdo do blog Fake Therapy Political Therapy / plus all the therapies we can invent desenvolvido e mantido por Valentina Desideri:

¬¬¬

Fake Therapy e Political Therapy* são práticas iniciadas por Valentina Desideri, agora usadas e desenvolvidas por vários outros.

O baralho de cartas foi desenvolvido no verão de 2010 no K3 em Hamburgo (Alemanha) durante uma residência coletiva de artistas do Sweet & Tender Collaborations. Todos os dias um grupo de pessoas se juntava para fazer uma sessão de 20 minutos, em dupla, na qual uma pessoa tentava “curar” a outra, sem saber como.

Todas as vezes que os papéis (paciente e terapeuta) eram invertidos e também nos últimos 10 minutos finais, todos se dedicavam à descrição detalhada do que aconteceu na sessão.
As indicações das cartas partiram destas descrições.

Qualquer pessoa está convidada a usar, copiar, mudar, imprimir as cartas ou a fazer seu próprio baralho de cartas. Você pode praticar Fake Therapy, Political Therapy e/ ou inventar outras.

O blog http://faketherapy.wordpress.com pode servir como um banco de dados para listar e organizar todos os usos destas cartas e das terapias geradas por esta ferramenta. Então, por favor contate valedesideri@gmail.com, se quiser inserir conteúdo, links e/ou escrever no blog.

∆∆∆

*nota da tradutora:

Foi cogitado traduzir Fake Therapy para Terapia Fake, assim como Political Therapy ficaria Terapia Política.

No caso da primeira, o “Fake” seria mantido por não encontrar tradução adequada. Aqui, “Fake” tem mais sentido lúdico, de “faz-de-conta” do que de “falso”, como seria a tradução mais óbvia, talvez.

Mas, por sugestão da autora, ambos os termos foram mantidos no idioma original. A tradutora abraçou a sugestão e propôs então que os termos virassem marcas registradas: a tradutora, assim, comeu a autora. Mas aqui a idéia de autoria tem uma importância relativa, já que a prática proposta, assim como a constante construção desta prática, só fazem sentido quando incorporadas por diversas pessoas. Ou seja, quem pratica vira autor.

≈≈≈

Saiba como fazer seu divã móvel!
Assim você pode levar a Fake Therapy, Political Therapy ou qualquer outro tipo de terapia que você inventar pro carnaval ou onde quiser!

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apropriação e tradução por Ana Dupas do conteúdo do blog Fake Therapy Political Therapy / plus all the therapies we can invent desenvolvido e mantido por Valentina Desideri:

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Fake Therapy e Political Therapy* são práticas iniciadas por Valentina Desideri, agora usadas e desenvolvidas por vários outros.

O baralho de cartas foi desenvolvido no verão de 2010 no K3 em Hamburgo (Alemanha) durante uma residência coletiva de artistas do Sweet & Tender Collaborations. Todos os dias um grupo de pessoas se juntava para fazer uma sessão de 20 minutos, em dupla, na qual uma pessoa tentava “curar” a outra, sem saber como.

Todas as vezes que os papéis (paciente e terapeuta) eram invertidos e também nos últimos 10 minutos finais, todos se dedicavam à descrição detalhada do que aconteceu na sessão.
As indicações das cartas partiram destas descrições.

Qualquer pessoa está convidada a usar, copiar, mudar, imprimir as cartas ou a fazer seu próprio baralho de cartas. Você pode praticar Fake Therapy, Political Therapy e/ ou inventar outras.

O blog http://faketherapy.wordpress.com pode servir como um banco de dados para listar e organizar todos os usos destas cartas e das terapias geradas por esta ferramenta. Então, por favor contate valedesideri@gmail.com, se quiser inserir conteúdo, links e/ou escrever no blog.

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*nota da tradutora:

Foi cogitado traduzir Fake Therapy para Terapia Fake, assim como Political Therapy ficaria Terapia Política.

No caso da primeira, o “Fake” seria mantido por não encontrar tradução adequada. Aqui, “Fake” tem mais sentido lúdico, de “faz-de-conta” do que de “falso”, como seria a tradução mais óbvia, talvez.

Mas, por sugestão da autora, ambos os termos foram mantidos no idioma original. A tradutora abraçou a sugestão e propôs então que os termos virassem marcas registradas: a tradutora, assim, comeu a autora. Mas aqui a idéia de autoria tem uma importância relativa, já que a prática proposta, assim como a constante construção desta prática, só fazem sentido quando incorporadas por diversas pessoas. Ou seja, quem pratica vira autor.

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Saiba como fazer seu divã móvel!
Assim você pode levar a Fake Therapy, Political Therapy ou qualquer outro tipo de terapia que você inventar pro carnaval ou onde quiser!

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mavi with Indexhibit